Nenhum apego vale a pena... nunca!
Nenhum ressentimento, mágoa, orgulho...
Não vale a pena se matar de trabalhar pra suprir necessidades que não temos.
Não vale a pena deixar de dar atenção à quem nos pede.
Não olhar no olho...
Não ouvir...
Nos perdemos em pensamentos desnecessários e deixamos passar momentos preciosos.
A gente sabe disso na teoria.
Mas a prática vem, quase sempre, quando a vida mostra que nada é eterno. A gente até muda por um tempo, mas aí se esquece do que passou e volta a agir da mesma forma. Daí vem a vida e nos obriga a colocar os pés no chão, olhos no foco e atenção no essencial novamente. Mas a gente não aprende... e vai caminhando assim, pela dor.
Estamos aqui, não somos daqui. E como tudo, um dia, que não se sabe quando, a gente também acaba.
Gabriela Grecco
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Nenhum apego
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
SÓ SOZINHA
SÓ
SÓ
SÓ
SOZINHA
SOZINHA
SOZINHA
SÓ
SÓ
SÓ
SOZINHA
SOZINHA
SOZINHA
SÓ
SÓ
SÓ
SOZINHA
SOZINHA
SOZINHA
[a minha voz é eco]
SÓ
SÓ
SÓ
SOZINHA
SOZINHA
SOZINHA
SÓ
SÓ
SÓ
SOZINHA
SOZINHA
SOZINHA
SÓ
SÓ
SÓ
SOZINHA
SOZINHA
SOZINHA
A minha voz viaja e penetra em [quase] tudo
SÓ
SÓ
SÓ
SOZINHA
Gabriela Grecco
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Daria tudo
Daria tudo por mais um abraço
Daria tudo por mais um beijo
Daria tudo por mais um olhar
Daria tudo para ouvir sua voz
Daria tudo pra ver seu número me chamando no celular
Daria tudo pelo seu colo
Daria tudo pra coçar suas costas
Daria tudo pra te fazer só mais um cafuné
Daria tudo pra sentir sua mão macia
Daria tudo pra sentir aquela energia de amor entre a gente, onde não é preciso dizer nada!
Você deu a vida por mim
Eu daria tudo pra ter mais 10 minutos ao seu lado... só 10!
Quem sabe numa próxima existência?!
Quem sabe?!
Gabriela Grecco
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
PORQUE NÃO COMER CARNE SEGUNDO RAMATIS
"Os lideres da sombra, fortalecidos pelos rios diários do derramamento de sangue animal, promovem então com sucesso as guerras com fornecimento de sangue humano, de melhor vitalismo para eles.
Sob a justiça implacável do carma, a quantidade de sangue vertida pelos animais e aves, resulta em quantidade igual de sangue humano jorrada nos morticínios das guerra e guerrilhas.
Infeliz humanidade terrena escrava de um círculo vicioso (...)"
RAMATIS (AUTOR ESPIRITUAL)
https://www.youtube.com/watch?v=nCqXW9ooR6o
| www.youtube.com | ||
domingo, 18 de setembro de 2016
Janelas da alma
Um olhar fere
Um olhar cura
Um olhar acolhe
Um olhar discrimina
O olhar não mente
Custamos a acreditar
Mas o olhar teima em contar
O que na cabeça passa
O que do coração transborda
Um, dois, três, mil...
Basta só um
Olhar!
Gabriela Grecco
terça-feira, 23 de agosto de 2016
VÍDEOS PARA AJUDAR A TRANSFORMAR SUA VIDA!
Posto hoje três vídeos curtinhos que vão ajudar vocês a começar uma revolução em suas vidas (se já não começaram).
Eles falam do poder do pensamento e da mentalização como forma de conquista de sonhos, metas e objetivos.
Vale muito a pena ver!
Como grande admiradora de tudo que envolve espiritualidade, autoconhecimento e transformação, não poderia deixar de compartilhar esse conteúdo com vocês.
Espero que gostem!
Boa semana!
Namastê!
_/\_
sábado, 13 de agosto de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
[M I N H A ] [T U A] [S U A ][ NÓS ]
[ S U A ]
[MINHA]
[ S U A ]
[ MI NH A]
[ S U A ]
[SUA] [EM] [MIM]
[SUO] [E M ] [TI]
[TUA] [S E M P R E] [ A GO R A]
[S I M ] [A SSI M ]
[TUA]
[SUA]
[MINH A]
[HOJE]
[O N T E M ]
[AM A NH Ã]
[MI NH A]
[ SU A ]
[M I NHA]
[TUA]
[TEU]
[MEU]
[SUA EM MIM]
[TUA EM TI]
[SUA EM TI]
[SUO EM TI]
[TUA EM MIM]
[MINHA EM TI]
[SUA]
[MINHA]
[TUA]
[SÓ] [NÓS]
G
A
B
R
I
E
L
A
G
R
E
C
C
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1 0
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0
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6
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Ausência... de volta?
QUANTO TEMPO NÃO ESCREVO AQUI NO BLOG! NA VERDADE, TENHO ESCRITO POUCO, E MUITO DO POUCO QUE ESCREVO, ESTÁ FICANDO GUARDADO!
ESTOU RESPEITANDO ALGUNS MOMENTOS, ALGUNS PASSOS.
OS POEMAS NÃO ESTÃO FLUINDO COMO ANTES, NÃO DEIXAM DE ACONTECER E A VIDA ESTÁ TRANSCORRENDO.
ESSA LOUCURA, ESSA CORRERIA DEIXA A GENTE MUITO CANSADA. TENHO ESTADO BEM CANSADA ULTIMAMENTE. MAS LENDO MUITO, VENDO BASTANTE SERIADO, FILMES... VOLTEI A IR AO TEATRO, EM BREVE PRETENDO VOLTAR A ATUAR.
MINHA VIDA CAMINHOU BASTANTE DESDE QUE PERDI MINHA MÃE, MINHA RAINHA, EM MARÇO DO ANO PASSADO. NÃO SEI NEM COMO DESCREVER A DOR, O PROCESSO. ESTOU AINDA NESSA FASE DE CICATRIZAÇÃO DA FERIDA, QUE FECHARÁ LOGO LOGO, MAS NUNCA DEIXARÁ DE EXISTIR. COMO MACHUCADO QUE SARA SABE? DÁ PRA NOTAR ELE ALÍ E POR VEZES TAMBÉM DOI. É... É ASSIM!
BOM, VOU FICANDO POR AQUI. PROMETO QUE VOLTO PRA CONVERSAR!
TENHAM UMA ÓTIMA SEMANA! CHEIA DE PAZ, LUZ E MUITOOOO AMOR!
NAMASTÊ!
terça-feira, 5 de julho de 2016
“AOS QUE VIRÃO DEPOIS DE NÓS” – Bertolt Brecht
"Aos que virão depois de nós"
de Brecht
Tradução de Manuel Bandeira
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Esse que cruza tranqüilamente a rua
não poderá jamais ser encontrado
pelos amigos que precisam de ajuda?
Mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica
que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem
(se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: "Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!"
se ao faminto arrebato o que como,
se o copo de água falta ao sedento?
E todavia continuo comendo e bebendo.
Os livros antigos nos falam da sabedoria:
é quedar-se afastado das lutas do mundo
e, sem temores,
deixar correr o breve tempo. Mas
evitar a violência,
retribuir o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, antes esquecê-los
é o que chamam sabedoria.
E eu não posso fazê-lo. Realmente,
vivemos tempos sombrios.
quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos
e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
Deitei-me para dormir entre os assassinos.
Do amor me ocupei descuidadamente
e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes
Se sentiam, sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente,
ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
em que perecemos,
lembrai-vos também,
quando falardes das nossas fraquezas,
lembrai-vos dos tempos sombrios
de que pudestes escapar.
mudando mais freqüentemente de país
do que de sapatos,
através das lutas de classes,
desesperados,
quando havia só injustiça e nenhuma indignação.
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, os que quisemos
preparar terreno para a bondade
não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.
