Todo mundo tem direito a expressar suas opiniões?!!!
Desde que não promova uma onda de violência e massacres e agrida alguém!
As pessoas tem inteligência suficiente pra saber mesmo o que significa liberdade de expressão?!
É uma nova onda de nazismo que está surgindo agora?!
Esse Ser tem a coragem de falar em queimar pessoas vivas, porque são diferentes do padrão aprendido?! Que tipo de pessoa é essa que tem a coragem de falar e quem sabe cometer mesmo tal ato, por simplesmente não ter maturidade (em todos os sentidos) suficiente pra lidar com o que não lhe é cabível de ser digerido, aprendido, degustado, não saber e nem querer promover qualquer ato de mudança dentro de si!
Acredito agora mais do que nunca, que falta muita inteligência emocional as pessoas mais do que elas e nós imaginamos! Pobreza de espírito, falta de inteligência e maturidade geram verdadeiras atrocidades!
Meu bem, Cresça ou a Terra não é lugar pra vc.
Os tempos são outros!
LEIAM ESSA MATÉRIA!
ATOR DECLARA QUE GOSTARIA DE COLOCAR GAYS NO FORNO
Fonte: Site porrasapatão!
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sábado, 25 de janeiro de 2014
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL?! PRA QUEM?!
É um absurdo em uma data onde é comemorado o nascimento do maior exemplo de amor, pessoas que se amam terem de passar separadas, terem de escolher entre um lado ou outro, terem de ouvir faltas de respeito, por simples hipocrisias e egoísmos; se já não bastasse todo o sofrimento diário!
Chega!
Até quando somente um lado tem de ceder?
Até quando tanto sofrimento?
Até quando tanta intolerância, falta de amor e humanidade assim?!
Passar por isso ninguém quer... né?
Chega!
Um feliz natal pra todos!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
IDIOTOCRACIA [ A GRANDE FAZENDA]
ESTÁ MAIS QUE NA HORA DE ACORDAR NÉ?!!!!!!!!!
OI OI OI!!!!
PARA DE DANÇAR GALERA!!!
OI OI OI!!!!
PARA DE DANÇAR GALERA!!!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
REVOLTA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! [TO QUASE SEM DORMIR! O.o]
Tem coisas que são de revoltar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
E tem gente que ainda se diz revoltada com tanta injustiça...
PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA!!!
Não existe "injusticinha" ou "injustiçona"!
Injustiça é injustiça, PORRA!
Todas trazem consequências sem que se possa calcular!
Como clamar por liberdade e igualdade?!
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quarta-feira, 21 de março de 2012
RECONHECE-SE O CRISTÃO POR SUAS OBRAS
Não precisa ficar aqui filosofando, é só esta imagem pra pelo menos que uma pulguinha fique atrás da orelha daqueles que torcem o nariz ou dizem tanta merda por aí. Questionem suas consciências, o que vocês acham que realmente está de acordo com os ensinamentos do Cristo?!
Foto: Que Deselegante FACEBOOK
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quarta-feira, 20 de maio de 2009
INJUSTIÇAS! TODO MUNDO TEM A MESMA IDÉIA DO QUE É FAZER O MAL???
ESSA MENSAGEM ME FOI REPASSADA.. MAS ANTES...
POSSO CONTAR UMA HISTÓRIA? (SÓ PARA VCS AMIGOS)
NUMA NOITE, ESTAVA EU E MEU MARIDO FAZENDO UMA FESTA DE DEBUTANTE, MUITO LINDA!
FICAMOS EM VOLTA DA PISCINA FAZENDO NOSSOS SERVIÇOS DE MALABARES E PIROFAGIA.
LOGO NO INÍCIO, QUANDO FUI MUDAR DE LADO DA PISCINA PARA FAZER MALABARES, VÍ UM CACHORRINHO FOFINHO, VIRA-LATA, QUE JÁ TINHA VISTO LOGO QUANDO ENTRAMOS NA FESTA. QUANDO CHEGAMOS NO EVENTO, ELE ANDAVA PRA LÁ E PRA CÁ EM MEIO AOS VÁRIOS CONVIDADOS, MESAS FARTAS DE COMIDA BUSCANDO UM PETISCO GOSTOSO OU O CARINHO DE ALGUÉM.
VOLTANDO... FUI FAZER OS MALABARES, TINHA QUE ME MOVIMENTAR LOGO, AFINAL ESTAVA MUITO FRIO... O CACHORRINHO BEBIA ÁGUA NA PISCINA, FOI A ÚNICA HORA QUE O VI SAIR DA PARTE COBERTA DA CHÁCARA. QUANDO SE APROXIMA UM SENHOR... DE IDADE AVANÇADA JÁ. DAÍ EU PENSEI COMIGO: ELE VAI TIRAR O CACHORRINHO DA PISCINA...
ELE SE APROXIMOU DEVAGAR E COM UM GESTO EXTREMAMENTE VIOLENTO, CHUTOU A BUNDINHA DO CACHORRO, QUE AFUNDOU NA PISCINA. MAIS OU MENOS UNS 3 SEGUNDOS DEPOIS SUBIU E VI SUA CABEÇA NA SUPERFÍCIE... COM OS OLHOS ARREGALADOS E DESESPERADO, ELE TENTAVA SE SALVAR!
O COITADINHO FOI QUASE PRO MEIO DA PISCINA E EXTREMAMENTE SEM FORÇAS BUSCAVA A BORDA PARA SAIR DAQUELA ÁGUA GELADA, QUE POUCOS SEGUNDOS ATRÁS MATAVA SUA SEDE E POR IRONIA ESTAVA QUASE LHE MATANDO!
EU FIQUEI CHOCADA, PAREI NO MEIO DO CAMINHO E OBSERVEI POR BREVES SEGUNDOS A CENA!
GRAÇAS À DEUS ELE VEIO PARA ONDE EU ESTAVA. ESTAVA NO LUGAR CERTO E NA HORA CERTA. ELE ENCONTROU A BORDA DA PISCINA, MAS ESCORREGAVA MUITO E QUASE AFUNDAVA NOVAMENTE. O DESESPERO ERA ENORME!
SEM PENSAR, EU JOGUEI OS MALABARES NO CHÃO E PEGUEI AS PATINHAS FININHAS DELE, LEVANTANDO SEU CORPINHO LEVE E FRIO....
ELE, MEIO QUE AGRADECENDO, PAROU NA MINHA FRENTE QUANDO O COLOQUEI NO CHÃO E DEPOIS DE ALGUNS SEGUNDOS CHAQUALHOU SEU CORPINHO NA TENTATIVA DE TIRAR AQUELA ÁGUA FRIA QUE O ENVOLVIA.
A CENA NÃO PODIA SER MAIS DEPRIMENTE, MAS FOI... DAS PESSOAS PRÓXIMAS DALÍ, 80% RIAM DE ROLAR, INCLUSIVE O... SENHOR... QUE O AGREDIU!!! OS OUTROS 20% ESTAVAM REALMENTE CHOCADOS.
NOVAMENTE EU PAREI, APÓS RETIRAR O CACHORRINHO E OLHEI PRA TODO MUNDO QUE RIA INDIGNADA.
BOM, PEGUEI MEUS MALABARES E TENTEI FAZER MEU SERVIÇO.
E O VELHO, SAIU TODO-TODO COMO QUE SENDO O "CARINHA" MAIS POPULAR DA FESTA!
O CACHORRO... CORREU PRA DENTRO DAS DEPENDÊNCIAS DA CHÁCARA E NÃO O VI MAIS DURANTE TODA FESTA, INCLUSIVE QUANDO FOMOS EMBORA...
NAQUELA NOITE, ACREDITEM OU NÃO, NÃO CONSEGUIA DORMIR. À TODOS OS INSTANTES ME VINHA A CENA NA CABEÇA...
MAS O MOTIVO DESSE POST É PARA ASSINAR UMA PETIÇÃO CONTRA UMA INJUSTIÇA MAIOR AINDA!!!
ACESSEM O SITE E VEJAM COMO O CANDIDATO A VICE-PREFEITO DE BAEPENDI-MG MATOU UM ANIMAL INDEFESO. INDEFESO SIM, JÁ QUE O HOMEM SE ORGULHA DE SER UM ANIMAL RACIONAL E USA ISSO PARA PRATICAR BARBÁRIES POR AÍ!
http://www.petitiononline.com/BAEPENDI/petition.html
""O SR. FRANCISCO AMARROU O ANIMAL ACIMA MENCIONADO, UM CACHORRO, EM SEU VEICULO E O ARRASTOU PELAS RUAS DA CIDADE. POREM O CÃO NÃO MORREU, "APENAS" PERDEU DUAS PATAS. AS PESSOAS PRESENTES IMPLORARAM PRA ELE NÃO FAZER ISSO, MAS DE NADA ADIANTOU. FRANCISCO, MAIS CONHECIDO COMO CHICO MENDES, CHICO BOIADEIRO, MATOU O CÃOZINHO NO DIA SEGUINTE. VOCÊS PODEM IMAGINAR A DOR DESSE POBRE ANIMAL, SEU BRUTAL SOFRIMENTO ?""
BOA SEMANA
GABRIELA GRECCO
POSSO CONTAR UMA HISTÓRIA? (SÓ PARA VCS AMIGOS)
NUMA NOITE, ESTAVA EU E MEU MARIDO FAZENDO UMA FESTA DE DEBUTANTE, MUITO LINDA!
FICAMOS EM VOLTA DA PISCINA FAZENDO NOSSOS SERVIÇOS DE MALABARES E PIROFAGIA.
LOGO NO INÍCIO, QUANDO FUI MUDAR DE LADO DA PISCINA PARA FAZER MALABARES, VÍ UM CACHORRINHO FOFINHO, VIRA-LATA, QUE JÁ TINHA VISTO LOGO QUANDO ENTRAMOS NA FESTA. QUANDO CHEGAMOS NO EVENTO, ELE ANDAVA PRA LÁ E PRA CÁ EM MEIO AOS VÁRIOS CONVIDADOS, MESAS FARTAS DE COMIDA BUSCANDO UM PETISCO GOSTOSO OU O CARINHO DE ALGUÉM.
VOLTANDO... FUI FAZER OS MALABARES, TINHA QUE ME MOVIMENTAR LOGO, AFINAL ESTAVA MUITO FRIO... O CACHORRINHO BEBIA ÁGUA NA PISCINA, FOI A ÚNICA HORA QUE O VI SAIR DA PARTE COBERTA DA CHÁCARA. QUANDO SE APROXIMA UM SENHOR... DE IDADE AVANÇADA JÁ. DAÍ EU PENSEI COMIGO: ELE VAI TIRAR O CACHORRINHO DA PISCINA...
ELE SE APROXIMOU DEVAGAR E COM UM GESTO EXTREMAMENTE VIOLENTO, CHUTOU A BUNDINHA DO CACHORRO, QUE AFUNDOU NA PISCINA. MAIS OU MENOS UNS 3 SEGUNDOS DEPOIS SUBIU E VI SUA CABEÇA NA SUPERFÍCIE... COM OS OLHOS ARREGALADOS E DESESPERADO, ELE TENTAVA SE SALVAR!
O COITADINHO FOI QUASE PRO MEIO DA PISCINA E EXTREMAMENTE SEM FORÇAS BUSCAVA A BORDA PARA SAIR DAQUELA ÁGUA GELADA, QUE POUCOS SEGUNDOS ATRÁS MATAVA SUA SEDE E POR IRONIA ESTAVA QUASE LHE MATANDO!
EU FIQUEI CHOCADA, PAREI NO MEIO DO CAMINHO E OBSERVEI POR BREVES SEGUNDOS A CENA!
GRAÇAS À DEUS ELE VEIO PARA ONDE EU ESTAVA. ESTAVA NO LUGAR CERTO E NA HORA CERTA. ELE ENCONTROU A BORDA DA PISCINA, MAS ESCORREGAVA MUITO E QUASE AFUNDAVA NOVAMENTE. O DESESPERO ERA ENORME!
SEM PENSAR, EU JOGUEI OS MALABARES NO CHÃO E PEGUEI AS PATINHAS FININHAS DELE, LEVANTANDO SEU CORPINHO LEVE E FRIO....
ELE, MEIO QUE AGRADECENDO, PAROU NA MINHA FRENTE QUANDO O COLOQUEI NO CHÃO E DEPOIS DE ALGUNS SEGUNDOS CHAQUALHOU SEU CORPINHO NA TENTATIVA DE TIRAR AQUELA ÁGUA FRIA QUE O ENVOLVIA.
A CENA NÃO PODIA SER MAIS DEPRIMENTE, MAS FOI... DAS PESSOAS PRÓXIMAS DALÍ, 80% RIAM DE ROLAR, INCLUSIVE O... SENHOR... QUE O AGREDIU!!! OS OUTROS 20% ESTAVAM REALMENTE CHOCADOS.
NOVAMENTE EU PAREI, APÓS RETIRAR O CACHORRINHO E OLHEI PRA TODO MUNDO QUE RIA INDIGNADA.
BOM, PEGUEI MEUS MALABARES E TENTEI FAZER MEU SERVIÇO.
E O VELHO, SAIU TODO-TODO COMO QUE SENDO O "CARINHA" MAIS POPULAR DA FESTA!
O CACHORRO... CORREU PRA DENTRO DAS DEPENDÊNCIAS DA CHÁCARA E NÃO O VI MAIS DURANTE TODA FESTA, INCLUSIVE QUANDO FOMOS EMBORA...
NAQUELA NOITE, ACREDITEM OU NÃO, NÃO CONSEGUIA DORMIR. À TODOS OS INSTANTES ME VINHA A CENA NA CABEÇA...
MAS O MOTIVO DESSE POST É PARA ASSINAR UMA PETIÇÃO CONTRA UMA INJUSTIÇA MAIOR AINDA!!!
ACESSEM O SITE E VEJAM COMO O CANDIDATO A VICE-PREFEITO DE BAEPENDI-MG MATOU UM ANIMAL INDEFESO. INDEFESO SIM, JÁ QUE O HOMEM SE ORGULHA DE SER UM ANIMAL RACIONAL E USA ISSO PARA PRATICAR BARBÁRIES POR AÍ!
http://www.petitiononline.com/BAEPENDI/petition.html
""O SR. FRANCISCO AMARROU O ANIMAL ACIMA MENCIONADO, UM CACHORRO, EM SEU VEICULO E O ARRASTOU PELAS RUAS DA CIDADE. POREM O CÃO NÃO MORREU, "APENAS" PERDEU DUAS PATAS. AS PESSOAS PRESENTES IMPLORARAM PRA ELE NÃO FAZER ISSO, MAS DE NADA ADIANTOU. FRANCISCO, MAIS CONHECIDO COMO CHICO MENDES, CHICO BOIADEIRO, MATOU O CÃOZINHO NO DIA SEGUINTE. VOCÊS PODEM IMAGINAR A DOR DESSE POBRE ANIMAL, SEU BRUTAL SOFRIMENTO ?""
BOA SEMANA
GABRIELA GRECCO
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
Gripe Suína
Nos últimos anos, tenho lido, ouvido e refletido muito sobre a limpeza que está sendo feita no planeta. A transição de um planeta de PROVAS E EXPIAÇÕES para REGENERAÇÃO.
Em todos os meios que falam sobre isso, seja pelo espiritismo, esoterismo, astrologia, numerologia, previsões Maias, etc, encontramos os seguintes acontecimentos até 2012: terremotos, maremotos, tsunamis, tornados, epidemias, pandemias, mortes... Consequentemente a estas limpezas: mudança de pensamento, altruísmo, caridade, amor, etc, etc, etc...
Pois é, fala-se muito que estamos entrando na Era de Aquário, a Era da Espiritualidade, do Amor. Muitos afirmam que não estamos entrando na revolução tecnológica, e sim, na revolução espiritual.
Como disse logo acima, o Espiritismo, chama nossa próxima graduação evolutiva, de regeneração. Onde deixaremos de expiar o que fizemos no passado distante e próximo, além de deixar de passar por provas, como para testar nossa fé, nossos princípios, ou até nossa bondade, para nos regenerar, praticar o bem.
Mas, como se tudo não acontece pelo amor, acontece pela dor, vamos passar ainda por muito sofrimento, até que o planeta, complete esse ciclo, limpe energeticamente tudo que não se adapta mais à nova vibração da Terra. O que significa muitas catástrofes naturais (pois é através da força da natureza que o ambiente é limpo, acham que é à toa que na virada de ano chove tanto?) e muitas mortes.
Sim, mortes! É horrível admitir isso, mas a limpeza do planeta inclui também os espíritos encarnados nele, ou seja, espiritualmente quem não se adaptar à nova vibração, à nova fase da Terra, desencarnará. E indo mais além, poderá ser "transferido" para um planeta onde a evolução moral não ultrapasse a da Terra, ou seja, pode ser um planeta menos evoluído que nosso planeta moralmente.
M O R A L!!! M O R A L!!!
É aí que começamos a entrar na razão deste texto: Gripe Suína. Que pode ser chamada também de REAÇÃO às ações cometidas, durante milhões de anos e que agora, neste momento, não cabe mais à Terra suportar a mesma atitude desde quando o Homem surgiu.
Isso mesmo! O consumo de carne! Embora o vírus não esteja na carne em sí, este pode ser sim considerado um freio ao consumo, ou uma reação às atitudes cometidas até agora.
Vamos falar de milhares de anos, não de milhões. Mas há milhares de anos, o Homem tem praticamente as mesmas atitudes.
Alguns exemplos: Há pouco mais de 2.000 anos, veio um cara, chamado Jesus (que por sinal é o espírito de luz responsável pela Terra), falar sobre amor. Sobre AMAR! Todos seus ensinamentos estão contidos em um só, AMAI AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO E A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS. Pois é... mas parece que o Ser Humano ainda não entendeu que o próximo é tudo que está contido no planeta! Tudo! Inclusive e inicialmente (porque se não amarmos eles primeiro, quem dirá a nós mesmos, ao outro e à Deus!) os minerais, vegetais e ANIMAIS!!!
Acho que também não compreendeu a verdadeira razão do mandamento: NÃO MATARÁS!!!
Durante algum tempo em que o Homem era mais instinto do que sentimento (pois os sentimentos são os instintos depurados), o consumo de carne era extremamente necessário, já que o Homem era muito mais próximo do reino Animal, recém chegado ao reino Hominal. Portanto era necessário, além da questão fisiológica, mas da espiritual, que ele ao ingerir a carne de um ser morto, retirasse dele os nutrientes necessários, o instinto e ímpedo do animal ingerido. E até hoje nós ingerimos esse instindo e ímpeto! Mas há centenas de anos que essa alimentação não é mais necessária.
E a Lei Divina, sábia como sempre, dá um jeito sempre de cortar os excessos. Assim como uma deficiência física vem para mudar nossas atitudes, nossa moral, essas doênças que atingem todo o planeta, vêm para mudar a moral do planeta inteiro. A vibração da nossa casa, a Terra e consequentemente, nossa vibração.
A AIDS veio para acabar com o sexo desenfreado, o câncer veio para cortar o rancor, a tristeza...
Voltando para a questão do assassinato de milhões de vidas todos os dias, como pretexto de alimentação, que o Homem cruelmente pratica a sangue frio. Se alimenta de violência, sofrimento e morte (portanto só terá violência, sofrimento e morte em sua vida). Temos exemplos variados da Lei Divina agindo para freiar tal ato.
Quem se lembra da vaca louca?! Veio, assombou, matou várias pessoas, em várias partes do mundo! Foi embora e todos ainda fizeram piada com o ocorrido.
A gripe aviária também não foi diferente.
E agora, a gripe suína que já está no grau 4, ou seja, já é considerada epidemia, tem grandes chances, segundo a OMS (que afirmou também que a a situação já fugiu do controle) de se tornar pandemia(grau 6)!!!
A última pandemia que tivemos foi em 1968. Mas a pandemia mais famosa, foi a gripe espanhola, que matou até 50 milhões de pessoas e infectou 40% da população mundial!!!!
O Homem que busca tanto a paz, que quando alguém é drasticamente morto diz: mas fulano era tão bom, nunca fez mal à ninguém! Pois é, quem está contido nesse ninguém?! A natureza, os animais também? Deus vê todos da mesma forma! Não que Ele castigue, mas sua Lei é perfeita e dá a cada um o que cada um planta.
Um pensamento já é o suficiente para mudar a história do mundo, imagina bilhões de pensamentos. E pior, bilhões de atitudes! Bilhões de mortes inocentes (animais e natureza) todos os anos!
A questão do nazismo ainda existe! Apenas deixaram de praticá-la com Humanos e praticam com os animais!
Os maiores pensadores e estudiosos que passaram ou ainda nos dão a honra de sua presença física no Planeta, dizem que o consumo de carne é o maior responsável por todos os problemas da Terra: FOME, VIOLÊNCIA, DOR, MORTE, DESIGUALDADE SOCIAL, DEGRADAÇÃO DA NATUREZA, IGNORÂNCIA, INDIVIDUALISMO, etc, etc, etc...
Bom, não vou me estender demais, senão acabo me aprofundando e o assunto fica mais cansativo.
Eu espero, de coração, que todos reflitam sobre isso e pensem sobre sua conduta moral.
Se todos que se dizem tão cristãos refletirem e mudarem seu hábito alimentar, podem ter certeza que estarão praticando mais os mandamentos do nosso irmão, Jesus. Que veio aqui, nos ensinar o caminho!!!! Quantas vezes nas nossas vidas temos pessoas que nos ensinam como fazer?!!! Pois é, estamos há milhares de anos ouvindo e vendo através de inúmero exemplos, como fazer!
Ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo.
ESPERO QUE POSSAMOS PRATICAR O QUE HÁ MAIS DE 2.000 ANOS OUVIMOS. POIS É CHEGADA A HORA!
OS ÚLTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS E OS PRIMEIROS SERÃO OS ÚLTIMOS!
Em todos os meios que falam sobre isso, seja pelo espiritismo, esoterismo, astrologia, numerologia, previsões Maias, etc, encontramos os seguintes acontecimentos até 2012: terremotos, maremotos, tsunamis, tornados, epidemias, pandemias, mortes... Consequentemente a estas limpezas: mudança de pensamento, altruísmo, caridade, amor, etc, etc, etc...
Pois é, fala-se muito que estamos entrando na Era de Aquário, a Era da Espiritualidade, do Amor. Muitos afirmam que não estamos entrando na revolução tecnológica, e sim, na revolução espiritual.
Como disse logo acima, o Espiritismo, chama nossa próxima graduação evolutiva, de regeneração. Onde deixaremos de expiar o que fizemos no passado distante e próximo, além de deixar de passar por provas, como para testar nossa fé, nossos princípios, ou até nossa bondade, para nos regenerar, praticar o bem.
Mas, como se tudo não acontece pelo amor, acontece pela dor, vamos passar ainda por muito sofrimento, até que o planeta, complete esse ciclo, limpe energeticamente tudo que não se adapta mais à nova vibração da Terra. O que significa muitas catástrofes naturais (pois é através da força da natureza que o ambiente é limpo, acham que é à toa que na virada de ano chove tanto?) e muitas mortes.
Sim, mortes! É horrível admitir isso, mas a limpeza do planeta inclui também os espíritos encarnados nele, ou seja, espiritualmente quem não se adaptar à nova vibração, à nova fase da Terra, desencarnará. E indo mais além, poderá ser "transferido" para um planeta onde a evolução moral não ultrapasse a da Terra, ou seja, pode ser um planeta menos evoluído que nosso planeta moralmente.
M O R A L!!! M O R A L!!!
É aí que começamos a entrar na razão deste texto: Gripe Suína. Que pode ser chamada também de REAÇÃO às ações cometidas, durante milhões de anos e que agora, neste momento, não cabe mais à Terra suportar a mesma atitude desde quando o Homem surgiu.
Isso mesmo! O consumo de carne! Embora o vírus não esteja na carne em sí, este pode ser sim considerado um freio ao consumo, ou uma reação às atitudes cometidas até agora.
Vamos falar de milhares de anos, não de milhões. Mas há milhares de anos, o Homem tem praticamente as mesmas atitudes.
Alguns exemplos: Há pouco mais de 2.000 anos, veio um cara, chamado Jesus (que por sinal é o espírito de luz responsável pela Terra), falar sobre amor. Sobre AMAR! Todos seus ensinamentos estão contidos em um só, AMAI AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO E A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS. Pois é... mas parece que o Ser Humano ainda não entendeu que o próximo é tudo que está contido no planeta! Tudo! Inclusive e inicialmente (porque se não amarmos eles primeiro, quem dirá a nós mesmos, ao outro e à Deus!) os minerais, vegetais e ANIMAIS!!!
Acho que também não compreendeu a verdadeira razão do mandamento: NÃO MATARÁS!!!
Durante algum tempo em que o Homem era mais instinto do que sentimento (pois os sentimentos são os instintos depurados), o consumo de carne era extremamente necessário, já que o Homem era muito mais próximo do reino Animal, recém chegado ao reino Hominal. Portanto era necessário, além da questão fisiológica, mas da espiritual, que ele ao ingerir a carne de um ser morto, retirasse dele os nutrientes necessários, o instinto e ímpedo do animal ingerido. E até hoje nós ingerimos esse instindo e ímpeto! Mas há centenas de anos que essa alimentação não é mais necessária.
E a Lei Divina, sábia como sempre, dá um jeito sempre de cortar os excessos. Assim como uma deficiência física vem para mudar nossas atitudes, nossa moral, essas doênças que atingem todo o planeta, vêm para mudar a moral do planeta inteiro. A vibração da nossa casa, a Terra e consequentemente, nossa vibração.
A AIDS veio para acabar com o sexo desenfreado, o câncer veio para cortar o rancor, a tristeza...
Voltando para a questão do assassinato de milhões de vidas todos os dias, como pretexto de alimentação, que o Homem cruelmente pratica a sangue frio. Se alimenta de violência, sofrimento e morte (portanto só terá violência, sofrimento e morte em sua vida). Temos exemplos variados da Lei Divina agindo para freiar tal ato.
Quem se lembra da vaca louca?! Veio, assombou, matou várias pessoas, em várias partes do mundo! Foi embora e todos ainda fizeram piada com o ocorrido.
A gripe aviária também não foi diferente.
E agora, a gripe suína que já está no grau 4, ou seja, já é considerada epidemia, tem grandes chances, segundo a OMS (que afirmou também que a a situação já fugiu do controle) de se tornar pandemia(grau 6)!!!
A última pandemia que tivemos foi em 1968. Mas a pandemia mais famosa, foi a gripe espanhola, que matou até 50 milhões de pessoas e infectou 40% da população mundial!!!!
O Homem que busca tanto a paz, que quando alguém é drasticamente morto diz: mas fulano era tão bom, nunca fez mal à ninguém! Pois é, quem está contido nesse ninguém?! A natureza, os animais também? Deus vê todos da mesma forma! Não que Ele castigue, mas sua Lei é perfeita e dá a cada um o que cada um planta.
Um pensamento já é o suficiente para mudar a história do mundo, imagina bilhões de pensamentos. E pior, bilhões de atitudes! Bilhões de mortes inocentes (animais e natureza) todos os anos!
A questão do nazismo ainda existe! Apenas deixaram de praticá-la com Humanos e praticam com os animais!
Os maiores pensadores e estudiosos que passaram ou ainda nos dão a honra de sua presença física no Planeta, dizem que o consumo de carne é o maior responsável por todos os problemas da Terra: FOME, VIOLÊNCIA, DOR, MORTE, DESIGUALDADE SOCIAL, DEGRADAÇÃO DA NATUREZA, IGNORÂNCIA, INDIVIDUALISMO, etc, etc, etc...
Bom, não vou me estender demais, senão acabo me aprofundando e o assunto fica mais cansativo.
Eu espero, de coração, que todos reflitam sobre isso e pensem sobre sua conduta moral.
Se todos que se dizem tão cristãos refletirem e mudarem seu hábito alimentar, podem ter certeza que estarão praticando mais os mandamentos do nosso irmão, Jesus. Que veio aqui, nos ensinar o caminho!!!! Quantas vezes nas nossas vidas temos pessoas que nos ensinam como fazer?!!! Pois é, estamos há milhares de anos ouvindo e vendo através de inúmero exemplos, como fazer!
Ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo.
ESPERO QUE POSSAMOS PRATICAR O QUE HÁ MAIS DE 2.000 ANOS OUVIMOS. POIS É CHEGADA A HORA!
OS ÚLTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS E OS PRIMEIROS SERÃO OS ÚLTIMOS!
Gabriela Grecco
29/04/09
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Barebacking' cresce no Brasil e torna-se caso de saúde pública
MEU DEUS!!!!!
ONDE CHEGOU O SER HUMANO!!!
É CLARO, QUE UM SER QUE MATA A NATUREZA E OS ANIMAIS, POR PRAZER E POR PODER E AINDA DÁ A DESCULPA DE NECESSIDADE, DE CULTURA, SÓ PODERIA CHEGAR A ESTE PONTO!!! MATAR A PRÓPRIA ESPÉCIE, PROVOCAR DOR E SOFRIMENTO EM NOME DO PRAZER! E O PIOR, COM O CONSENTIMENTO UNS DOS OUTROS!
ISSO É HOMICÍDIO, ISSO É SUICÍDIO, ISSO É TRANSGRESSÃO À QUALQUER LEI NATURAL!!!
NESSAS HORAS EU ME LEMBRO DE JESUS! SERÁ QUE ALGUÉM SE LEMBRA QUE ELE PASSOU POR AQUI, SERÁ QUE ALGUÉM SABE QUE ELE EXISTIU???
NÃO É POSSÍVEL! ALGUÉM QUE SOFREU TANTO POR NÓS E CONTINUA SOFRENDO, NEM AO MENOS É LEMBRADO, POIS TUDO QUE ESTAMOS VENDO NO MUNDO É COMO SE NÃO SOUBESSEMOS DE NADA, DE NENHUM ENSINAMENTO, DAS LEIS DIVINAS....
A GENTE ACHAVA QUE JÁ ERA DEMAIS TER GUERRA, INJUSTIÇA, MORTE, CRUELDADE... MAS ISSO, SINCERAMENTE, NÃO É COMPREENDÍVEL!
COMO DIZIA UM GRANDE CIENTISTA, FILÓLOFO E VEGETARIANO (EU ACHO QUE ERA DA VINCI): QUANDO OS HOMENS ACABAREM COM TUDO À SUA VOLTA (NATUREZA, ANIMAIS), ELES SE DESTRUIRÃO!
ENFIM... NÃO CONSIGO FORMULAR MEUS PENSAMENTOS AGORA, ESTOU MUITO ABISMADA!
BOM, LEIAM TODO O ARTIGO E PASSEM AOS SEUS AMIGOS, EU PEÇO ENCARECIADAMENTE!
UMA ÓTIMA SEMANA!
BJSS
GABY!
PS: OBRIGADA DANI PELO E-MAIL INFORMATIVO!
Vagner Fernandes, Jornal do Brasil
RIO - "Procuram-se HIVs". Impresso em um caderno de classificados dos jornais das grandes metrópoles, o anúncio não passaria despercebido. Do ponto de vista conceitual, HIV é uma sigla que desperta interesse e hostilidade, fascínio e medo, compaixão e ódio.
Estigmatizada até então como o acrônimo da morte, ela vem ganhando novos contornos etimológicos devido a um grupo de homens que praticam sexo com homens (os HSH), absolutamente crentes na teoria de que o vírus da Aids, se contraído numa relação sexual, pode trazer benefícios para seu cotidiano, libertando-o, de uma vez por todas, do uso do preservativo, aumentando o prazer, proporcionado uma liberdade só experimentada no auge da revolução sexual, na década de 70.
A teoria foi posta em prática. E tem nome: "barebacking" (derivado da palavra barebackers, usada em rodeios para designar os caubóis que montam a cavalo sem sela ou a pêlo).
O termo ficou conhecido internacionalmente como uma gíria para o sexo sem camisinha, praticado de preferência em grupo, em festas fechadas, por homens sorodiscordantes (HIVs positivos e negativos).
"Coisa de macho", garantem os adeptos. O movimento cresce no Brasil, de forma assustadora, e tornou-se uma questão de saúde pública e motivo de preocupação social.
O Jornal do Brasil teve passe livre em dois desses encontros, batizados de bare party (festa bare).
É a primeira vez que um veículo de comunicação ingressa em reuniões nas quais o leitmotiv, ou fetiche, é praticar sexo com pessoas desconhecidas, que possam, acima de tudo, ser soropositivas. Às cegas, todos são guiados apenas pelo que sentem. E, para facilitar a comunicação, criaram um vocabulário próprio.
Festa da conversão
As orgias são chamadas de conversion parties ou roleta-russa. Entre os convidados, há os bug chasers (caçadores de vírus), o HIV negativo, que se lança ao sexo sem camisinha, e os gift givers (presenteadores), os soropositivos que se dispõem a contaminar um negativo.
São esses os responsáveis por entregar o gift (presente), o vírus.. Quem participa de encontros bare confirma: o prazer sem barreiras é o que importa. Quanto à Aids, eles não encaram mais a doença como mortal, porém crônica, com tratamento à base do coquetel.
A contaminação, portanto, elimina o medo e apresenta uma perspectiva futura da naturalidade do contato pleno.
– Sou um barebacker assumido – dispara R. H.., 31 anos, geógrafo e cientista social, com pós-graduação nas duas áreas.
– Eu odeio camisinha. Acho uma m... É terrível interromper o sexo para colocá-la. Acaba com o meu prazer. No mais, o bare, para mim, é um fetiche. Eu gosto, apesar de ter contraído o vírus da Aids numa festa.. Mesmo assim, faria tudo de novo. Não me arrependo.
A declaração aterroriza, preocupa. E só mesmo ingressando no singular mundo dos barebackers para comprovar o que depoimentos, documentários, teses, livros e outros elementos que abordam o tema tentam desvendar ou explicar.
Na maioria das vezes, não conseguem. O que se testemunha numa festa bare está além da imaginação humana, supera os delírios e o surrealismo de Fellini em obras como Satyricon, ultrapassa a sordidez e o ceticismo pasoliniano em Saló ou 120 dias de Sodoma. Não há limites. De verdade.
A constatação pôde ser feita em encontros programados para homens de grupos sociais distintos. Na Ipanema da bossa nova, de gente chique "pulverizada" de Dior, Prada, Gucci, Kenzo, Gaultier e Armani, a reunião começa às 22h num casarão de uma das mais movimentadas e conhecidas ruas do bairro.
A mansão, de três andares, é fechada especialmente para a ocasião. O décor é sofisticado. No primeiro pavimento, paredes brancas contrastam com sofás vermelhos. TVs de plasma 42' exibem clipes de Madonna, Beyoncé, Cher, Christina Aguilera ou filmes com astros e estrelas de Hollywood.
As luminárias brancas rebatem a luz dicróica contra a parede, gerando clima de aconchego, e o bar, com bebidas importadas em sua maioria, está sempre livre. Ninguém fica sobre balcão. Não há tumulto. Claro, é uma festa para pessoas escolhidas a dedo, para poucos, no máximo 60 convidados, informados por e-mail.
Há regras, e elas são claras. É condição sine qua non ficar nu ou no, máximo, com uma toalha (cedida pela produção do evento) amarrada na cintura. Quem se recusa é convidado a se retirar.
Outra exigência: o sexo tem de ser praticado nos ambientes comuns de convivência. Ou seja, nada de se trancar em banheiro, em cozinha, em quarto. Ali, todos estão para ver e serem vistos.
E o ritual começa na entrada, quando os participantes tiram a roupa e guardam as peças em um armário, trancado com chave numerada. O funcionamento é semelhante ao de termas, masculinas ou femininas.
A medida, na verdade, serve para evitar a circulação com dinheiro e cartões de crédito. É precaução. Os que desejam consumir bebidas ou aperitivos, apenas transmitem ao barman o número assinalado na chave.
Os itens são lançados no computador e, no fim da festa, a conta é paga no caixa. O mecanismo lembra o adotado por boates e bares do eixo Rio–São Paulo, com suas tradicionais cartelas de consumação mínima. Só que numa festa bare, a bebida ajuda, os petiscos "fortalecem", mas não são peças-chave para o divertimento.
Circulando pelos outros andares, a prova: na sala de vídeo, um jovem de cerca de 20 anos se entrega ao prazer, cercado por três homens.
Nenhum deles usa preservativo. A cena é chocante. O rodízio de papéis, durante o ato sexual, é comum nessas festas. Faz parte do jogo. O quarteto não frustra as expectativas dos voyeurs reunidos na porta da sala.
Como "astros do sexo", diante de câmeras e de uma equipe de produção, atuam com vontade em uma performance longa, nada convencional, sem limites. Quem se propõe a ficar sob os holofotes sabe o risco que corre.
Mas é a sensação de perceber a adrenalina disparar e o coração bater aceleradamente devido ao unsafe sex (sexo inseguro) sem pudores e em público que os impulsiona.
Um deles podia ser gift giver e os outros bug chasers. Ou vice-versa. A probabilidade de o gift (o vírus) estar ali, entre eles, era grande. Ninguém se importava.
Quando terminou a primeira das muitas rodadas de sexo, o boy toy lover (brinquedo sexual) do trio foi jogar paciência em um dos quatro computadores, com internet liberada, instalados no segundo andar.
– As pessoas perdem a noção do perigo em busca do prazer – explica Jorge Eurico Ribeiro, 40 anos, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.
– E o conceito de barebacking se perdeu. Originária da Califórnia, a proposta é a de festas em que um ou mais participantes, sabidamente positivos, são convocados por um produtor para praticar sexo com os convidados sem o uso de preservativos. Todos têm ciência de que, na reunião, há portadores de HIV. O fetiche consiste exatamente na possibilidade de contrair ou não o vírus. Só que, atualmente, há quem acredite que as festas bare são simplesmente um evento para o sexo sem camisinha com participantes negativos, o que é um grande equívoco.
Ribeiro analisa que os barebackers que não apresentam o raciocínio da conversão imaginam, de fato, que, uma vez soronegativos, se limitarem seus relacionamentos com pessoas igualmente soronegativas, estarão fora do risco. Definitivamente não estão.
Há o espaço de tempo de variável (conhecido como janela imunológica) em que um indivíduo já contaminado pelo HIV pode ter resultados de exames laboratoriais de soronegatividade, ou seja, resultados falso-negativos. Testes HIV não são tão matemáticos como se supõe.
No Brasil, o obscuro universo do barebacking é pouco discutido publicamente por especialistas em sexualidade humana. Ainda não há estudo com precisão estatística sobre o número de praticantes, independente de orientação sexual.
No entanto, os relatórios do Ministério da Saúde com dados de infectados pelo HIV, de 1980 a junho de 2008, dão a pista. Os casos acumulados de Aids no país nesse período foram 506.499. Desses, 333.485 (66%) são homens e 172.995 (34%), mulheres. Em 2007, registraram-se 33.689 novos portadores.
Homo, bi ou hetero, todos praticaram sexo sem camisinha. A irresponsabilidade tem preço. E alto. Dos cofres públicos do governo federal saem cerca de R$ 1 bilhão por ano para tratamento exclusivo de soropositivos. Um paciente consome de R$ 5.300 a R$ 26.700 por ano. Cerca de 20 mil pessoas infectadas iniciam tratamento com anti-retrovirais no país, anualmente.
– Sinceramente, não me preocupo com essa questão e nem me sinto culpado. Não estou nem aí em ser um ônus para o governo – enfatiza R.. H.
O Federal Health Research (centro de pesquisas de saúde), órgão governamental americano, divulgou recentemente a informação de que muitos homens com comportamento homossexual, bem como agentes de prevenção contra o HIV, confirmaram que a prática de sexo inseguro está se tornando cada vez mais comum.
Um estudo com 554 homens assumidamente homo ou bissexuais, residentes na Califórnia, apontou que 70% estavam familiarizados com o termo barebacking e que 14% já o haviam praticado, muitos em relacionamentos extraconjugais.
De acordo com a pesquisa, dos homens HIV positivos que participaram do estudo, 22% declararam ser barebackers e 10% dos negativos também tinham feito sexo inseguro nos últimos dois anos.
Não há informações sobre qual o número de pessoas em geral (homo, bi ou hetero) que pratica sexo inseguro nem sobre que motivos as levariam à auto-exposição.
Interesse dos jovens
Nas principais metrópoles, o fenômeno tem chamado a atenção de jovens. Comunidades sobre o tema se espalham por sites de relacionamento como o Orkut. No Rio e em São Paulo, a adesão ganha força.
Na indústria pornô, os filmes bare são os mais procurados. No YouTube, as postagens com cenas de sexo sem o uso de preservativos lideram o ranking das mais assistidas. Muitos dos que não praticam ou não têm coragem para fazê-lo buscam o prazer lançando mão de DVDs ou de vídeos na internet. O conceito de barebacking se dissemina.
– Colocar-se frente à possibilidade de contágio do HIV por meio do barebacking traz motivações psicológicas que podem ir do sadismo ao masoquismo. A possibilidade de uma relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo pode estar encobrindo uma caráter suicida – avalia Paulo Bonança, sexólogo e psicólogo, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana e da Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual.
Risco assumido
HIV positivo, o administrador T.W., 45 anos, ratifica a análise de Bonança. Para ele, os adeptos do movimento sabem os riscos da superexposição e, alguns, ressalta, desejam o contágio conscientemente:
– Quem pratica sexo sem preservativo não pode ser considerado ingênuo. Tenho um amigo casado com soropositivo. Ele pediu ao parceiro que o contaminasse. Disse que era por solidariedade, mas acho que é masoquismo.
As observações de Bonança e T.W. foram comprovadas pelo JB em outra festa com a mesma proposta. Dessa vez, na Zona Oeste, a mais de 60 km da reunião em Ipanema.
O encontro, realizado mensalmente em um sítio, é batizado de Vale Tudo e está em sua 17ª edição. De sunga, de cueca ou nus, exigência para entrar, os participantes se divertem ao som de funk. Dos inocentes à la Perlla aos proibidões, compostos pela "galera da comunidade". Agora não há TVs de plasma, luz ambiente, bebidas ou petiscos sofisticados. Computador?
Nem pensar. É uma zona praticamente rural. O bar improvisado oferece cerveja em latão, sopa de ervilha, salsichão na brasa, batata frita na hora e campari. O sexo, claro, também é praticado sem timidez.
Na varanda do casarão, na sala, nos quartos, na piscina, na grama. O produtor avisa, na entrada, que os preservativos estão disponíveis.
Percebe-se o zelo pela prevenção. A maioria, no entanto, dispensa, sobretudo em se tratando de sexo oral.
As situações são muito parecidas com as da festa na Zona Sul. Geralmente, dois dão o sinal verde e, em poucos instantes, como num formigueiro, três, quatro, cinco ou dez estão reunidos em busca do prazer.
Há um ano e meio, Igor (codinome de J.C., 42 anos, professor dos ensinos fundamental e médio) produz em sociedade com Renato (A.F, 40 anos, militar), a Vale Tudo.
Garante que o encontro não incentiva o bare, é freqüentado só por maiores e que o uso de drogas é proibido. Esses são dois de cerca de 20 itens de uma espécie de manual enviado por e-mail aos convidados.
Ainda está registrado na mensagem:
- Sexo liberal entre todos. A formação de casais ou grupinhos é censurada. Estamos numa orgia e não num consultório matrimonial.
– Menor, cocaína, ecstasy, crack, maconha ou qualquer outra droga são vetados. Mas sempre há os que usam discretamente. Como posso controlar o que os convidados fazem? Se eu vir, peço que se retirem. Mas não vou colocar seguranças. Isso desconfiguraria a proposta da festa. São adultos. Cada um é responsável por seus atos – frisa Igor.
Mesmo sem ser em orgia, quem não usa proteção é 'barebacker'
A prática do sexo sem o uso de preservativo continua a conquistar novos adeptos. As campanhas milionárias do Ministério da Saúde sobre o tema não têm sido lá tão eficazes como deveriam.
E apesar do conceito de barebacking estar associado a orgias freqüentadas por homens que praticam sexo com homens, qualquer pessoa, independentemente de orientação sexual, que busca o prazer sem lançar mão de camisinha é um barebacker.
Também corre o risco de ser infectado, ainda que não seja um participante assíduo das conversion parties, as polêmicas e inconseqüentes festas de roleta-russa, nas quais os convidados brincam com a possibilidade de contrair o vírus HIV.
- Como expliquei, a conceituação de barebacking se transformou ao longo dos anos – ressalta Jorge Eurico Ribeiro, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.
– Todos os que praticam sexo sem preservativo, seja homo, bissexual ou hetero, podem ser considerados, atualmente, um bare.
Risco permanente
Ribeiro destaca a necessidade de de todos os que se lançam ao sexo sem camisinhas refletir sobre o polêmico tema e as conseqüências da prática. Os familiarizados com o termo e o movimento partem para o simples "sou contra" ou "sou a favor", estabelecendo-se, assim, dois lados que se mostram inconciliáveis justamente pela falta de consenso sobre a inconseqüência com que muitos homens praticam o unsafe sex. A discussão vai além.
- É importante se informar, pensar e decidir o que se pretende com isso. Ter uma vida saudável passa longe do exercício do bare. A decisão, claro, é exclusivamente pessoal. Da mesma forma que escolheram a orientação sexual, podem assim decidir o que fazer com o próprio corpo - assinala
Números divulgados pelo Ministério da Saúde sedimentam a análise do pesquisador. Em 1996, no Brasil, o índice de heterossexuais com mais de 13 anos contaminados pelo HIV era da ordem de 22,4% do total de 16.938 infectados.
Até junho deste ano, esse percentual saltou para 45,7%. Entre os homo/bissexuais houve uma redução de 32,5% (em 1996) para 27,4% (junho de 2008).
Preço mais alto
Garoto de programa desde 2005, Gabriel Chaves, 22 anos, afirma ser heterossexual e ter namorada. Mas assume que, quando um cliente oferece um valor maior do que o cachê estabelecido para praticar sexo sem preservativo, não pensa duas vezes:
– Tem uns que dobram ou triplicam o valor. Eu não tenho como recusar. Com mulher também é assim. Há homens que pagam mais para transar com elas no pêlo. É um risco, mas eu, por exemplo, procuro conversar antes e, aos poucos, perceber a qualidade do cliente – conta.
Gabriel não foge à regra dos barebackers e poderá fazer parte da estatística no futuro. Embora se autodenomine heterossexual, integra o grupo HSH (Homens que praticam sexo com Homens).
Há 12 anos, o percentual de HSHs infectados era de 24%. Uma década depois, em 2006, eles já somavam 41% do total de soropositivos naquele ano.
Aumento dos índices
Em 2004, a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Sexuais do Ministério da Saúde apontou que o índice estimado de HSHs no Brasil, entre 15 a 49 anos, era da ordem de 3,2 % da população, ou cerca de 1,5 milhão de pessoas.
A partir dessa base populacional, a pesquisa calculou a taxa de incidência da Aids nesse grupo. Foram constatados 226,5 casos para cada 100 mil pessoas. Esse índice é 11 vezes maior do que o da taxa da população geral (de heteros), que é de 19,5 casos por grupo de 100 mil.
O crescimento no número de casos, sobretudo entre os homens, está relacionado ao fato de que toda uma geração, que jamais havia tido contato direto com a Aids, atingiu uma faixa etária sexualmente ativa. Bombardeados por campanhas em favor do uso do preservativo, acabaram desenvolvendo uma certa "imunidade" a elas, crendo que a doença não é um "bicho tão feito quanto pintam".
Quando remédio é desculpa para ficar doente
Difundida principalmente nos Estados Unidos (Califórnia, em primeiro lugar) e na Europa, a prática do barebacking é polêmica.
Os adeptos do bare alegam que, em função dos avanços atuais relacionados ao tratamento anti-HIV e à facilidade de acesso a ele, caso sejam contaminados não perderão em qualidade de vida.
- Temos os anti-retrovirais, medicamentos que inibem a reprodução do vírus e potencializam o sistema imunológico. Isso impede o surgimento de enfermidades oportunistas (Aids) - ressaltam.
Eles ainda defendem como ponto positivo para não abrir mão da prática o fato de a ansiedade e a angústia frente ao possível contágio pelo HIV desaparecerem, assim que se descobrem soropositivos. Isso é sinônimo de libertação, pois que o uso do preservativo passa a ser descartado.
O barebacker está à procura da relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo. As conseqüências, no entanto, relacionadas à prática nem sempre se traduzem de forma positiva, como supõem seus praticantes. Anti-retrovirais não são os únicos responsáveis pela qualidade de vida de um HIV.
Quando expostos, de forma freqüente, a relações de alto risco, os soropositivos podem sofrer o que se chama de "recontágio", uma nova contaminação, acarretando aumento da carga viral e desencadeamento de queda de imunidade e sintomas.
Além disso, têm grande chance de contrair outras DSTs, tais com sífilis. Isso, certamente, dificultará o tratamento.
"Montar a pêlo", a tradução literal para barebacking, seria uma lenda urbana se não houvesse comprovação real da prática.
A terrível tendência de comportamento existe. Há, de fato, homens, na maioria homossexuais, que querem ser infectados pelo HIV e outros que têm o prazer de ajudá-los a tornar esse desejo realidade.
Psicólogos, antropólogos e sociólogos teorizam sobre distúrbios de comportamento ou disfunção social. Para o resto do mundo, não passam de estúpidos ou patéticos.
ONDE CHEGOU O SER HUMANO!!!
É CLARO, QUE UM SER QUE MATA A NATUREZA E OS ANIMAIS, POR PRAZER E POR PODER E AINDA DÁ A DESCULPA DE NECESSIDADE, DE CULTURA, SÓ PODERIA CHEGAR A ESTE PONTO!!! MATAR A PRÓPRIA ESPÉCIE, PROVOCAR DOR E SOFRIMENTO EM NOME DO PRAZER! E O PIOR, COM O CONSENTIMENTO UNS DOS OUTROS!
ISSO É HOMICÍDIO, ISSO É SUICÍDIO, ISSO É TRANSGRESSÃO À QUALQUER LEI NATURAL!!!
NESSAS HORAS EU ME LEMBRO DE JESUS! SERÁ QUE ALGUÉM SE LEMBRA QUE ELE PASSOU POR AQUI, SERÁ QUE ALGUÉM SABE QUE ELE EXISTIU???
NÃO É POSSÍVEL! ALGUÉM QUE SOFREU TANTO POR NÓS E CONTINUA SOFRENDO, NEM AO MENOS É LEMBRADO, POIS TUDO QUE ESTAMOS VENDO NO MUNDO É COMO SE NÃO SOUBESSEMOS DE NADA, DE NENHUM ENSINAMENTO, DAS LEIS DIVINAS....
A GENTE ACHAVA QUE JÁ ERA DEMAIS TER GUERRA, INJUSTIÇA, MORTE, CRUELDADE... MAS ISSO, SINCERAMENTE, NÃO É COMPREENDÍVEL!
COMO DIZIA UM GRANDE CIENTISTA, FILÓLOFO E VEGETARIANO (EU ACHO QUE ERA DA VINCI): QUANDO OS HOMENS ACABAREM COM TUDO À SUA VOLTA (NATUREZA, ANIMAIS), ELES SE DESTRUIRÃO!
ENFIM... NÃO CONSIGO FORMULAR MEUS PENSAMENTOS AGORA, ESTOU MUITO ABISMADA!
BOM, LEIAM TODO O ARTIGO E PASSEM AOS SEUS AMIGOS, EU PEÇO ENCARECIADAMENTE!
UMA ÓTIMA SEMANA!
BJSS
GABY!
PS: OBRIGADA DANI PELO E-MAIL INFORMATIVO!
Vagner Fernandes, Jornal do Brasil
RIO - "Procuram-se HIVs". Impresso em um caderno de classificados dos jornais das grandes metrópoles, o anúncio não passaria despercebido. Do ponto de vista conceitual, HIV é uma sigla que desperta interesse e hostilidade, fascínio e medo, compaixão e ódio.
Estigmatizada até então como o acrônimo da morte, ela vem ganhando novos contornos etimológicos devido a um grupo de homens que praticam sexo com homens (os HSH), absolutamente crentes na teoria de que o vírus da Aids, se contraído numa relação sexual, pode trazer benefícios para seu cotidiano, libertando-o, de uma vez por todas, do uso do preservativo, aumentando o prazer, proporcionado uma liberdade só experimentada no auge da revolução sexual, na década de 70.
A teoria foi posta em prática. E tem nome: "barebacking" (derivado da palavra barebackers, usada em rodeios para designar os caubóis que montam a cavalo sem sela ou a pêlo).
O termo ficou conhecido internacionalmente como uma gíria para o sexo sem camisinha, praticado de preferência em grupo, em festas fechadas, por homens sorodiscordantes (HIVs positivos e negativos).
"Coisa de macho", garantem os adeptos. O movimento cresce no Brasil, de forma assustadora, e tornou-se uma questão de saúde pública e motivo de preocupação social.
O Jornal do Brasil teve passe livre em dois desses encontros, batizados de bare party (festa bare).
É a primeira vez que um veículo de comunicação ingressa em reuniões nas quais o leitmotiv, ou fetiche, é praticar sexo com pessoas desconhecidas, que possam, acima de tudo, ser soropositivas. Às cegas, todos são guiados apenas pelo que sentem. E, para facilitar a comunicação, criaram um vocabulário próprio.
Festa da conversão
As orgias são chamadas de conversion parties ou roleta-russa. Entre os convidados, há os bug chasers (caçadores de vírus), o HIV negativo, que se lança ao sexo sem camisinha, e os gift givers (presenteadores)
São esses os responsáveis por entregar o gift (presente), o vírus.. Quem participa de encontros bare confirma: o prazer sem barreiras é o que importa. Quanto à Aids, eles não encaram mais a doença como mortal, porém crônica, com tratamento à base do coquetel.
A contaminação, portanto, elimina o medo e apresenta uma perspectiva futura da naturalidade do contato pleno.
– Sou um barebacker assumido – dispara R. H.., 31 anos, geógrafo e cientista social, com pós-graduação nas duas áreas.
– Eu odeio camisinha. Acho uma m... É terrível interromper o sexo para colocá-la. Acaba com o meu prazer. No mais, o bare, para mim, é um fetiche. Eu gosto, apesar de ter contraído o vírus da Aids numa festa.. Mesmo assim, faria tudo de novo. Não me arrependo.
A declaração aterroriza, preocupa. E só mesmo ingressando no singular mundo dos barebackers para comprovar o que depoimentos, documentários, teses, livros e outros elementos que abordam o tema tentam desvendar ou explicar.
Na maioria das vezes, não conseguem. O que se testemunha numa festa bare está além da imaginação humana, supera os delírios e o surrealismo de Fellini em obras como Satyricon, ultrapassa a sordidez e o ceticismo pasoliniano em Saló ou 120 dias de Sodoma. Não há limites. De verdade.
A constatação pôde ser feita em encontros programados para homens de grupos sociais distintos. Na Ipanema da bossa nova, de gente chique "pulverizada" de Dior, Prada, Gucci, Kenzo, Gaultier e Armani, a reunião começa às 22h num casarão de uma das mais movimentadas e conhecidas ruas do bairro.
A mansão, de três andares, é fechada especialmente para a ocasião. O décor é sofisticado. No primeiro pavimento, paredes brancas contrastam com sofás vermelhos. TVs de plasma 42' exibem clipes de Madonna, Beyoncé, Cher, Christina Aguilera ou filmes com astros e estrelas de Hollywood.
As luminárias brancas rebatem a luz dicróica contra a parede, gerando clima de aconchego, e o bar, com bebidas importadas em sua maioria, está sempre livre. Ninguém fica sobre balcão. Não há tumulto. Claro, é uma festa para pessoas escolhidas a dedo, para poucos, no máximo 60 convidados, informados por e-mail.
Há regras, e elas são claras. É condição sine qua non ficar nu ou no, máximo, com uma toalha (cedida pela produção do evento) amarrada na cintura. Quem se recusa é convidado a se retirar.
Outra exigência: o sexo tem de ser praticado nos ambientes comuns de convivência. Ou seja, nada de se trancar em banheiro, em cozinha, em quarto. Ali, todos estão para ver e serem vistos.
E o ritual começa na entrada, quando os participantes tiram a roupa e guardam as peças em um armário, trancado com chave numerada. O funcionamento é semelhante ao de termas, masculinas ou femininas.
A medida, na verdade, serve para evitar a circulação com dinheiro e cartões de crédito. É precaução. Os que desejam consumir bebidas ou aperitivos, apenas transmitem ao barman o número assinalado na chave.
Os itens são lançados no computador e, no fim da festa, a conta é paga no caixa. O mecanismo lembra o adotado por boates e bares do eixo Rio–São Paulo, com suas tradicionais cartelas de consumação mínima. Só que numa festa bare, a bebida ajuda, os petiscos "fortalecem"
Circulando pelos outros andares, a prova: na sala de vídeo, um jovem de cerca de 20 anos se entrega ao prazer, cercado por três homens.
Nenhum deles usa preservativo. A cena é chocante. O rodízio de papéis, durante o ato sexual, é comum nessas festas. Faz parte do jogo. O quarteto não frustra as expectativas dos voyeurs reunidos na porta da sala.
Como "astros do sexo", diante de câmeras e de uma equipe de produção, atuam com vontade em uma performance longa, nada convencional, sem limites. Quem se propõe a ficar sob os holofotes sabe o risco que corre.
Mas é a sensação de perceber a adrenalina disparar e o coração bater aceleradamente devido ao unsafe sex (sexo inseguro) sem pudores e em público que os impulsiona.
Um deles podia ser gift giver e os outros bug chasers. Ou vice-versa. A probabilidade de o gift (o vírus) estar ali, entre eles, era grande. Ninguém se importava.
Quando terminou a primeira das muitas rodadas de sexo, o boy toy lover (brinquedo sexual) do trio foi jogar paciência em um dos quatro computadores, com internet liberada, instalados no segundo andar.
– As pessoas perdem a noção do perigo em busca do prazer – explica Jorge Eurico Ribeiro, 40 anos, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.
– E o conceito de barebacking se perdeu. Originária da Califórnia, a proposta é a de festas em que um ou mais participantes, sabidamente positivos, são convocados por um produtor para praticar sexo com os convidados sem o uso de preservativos. Todos têm ciência de que, na reunião, há portadores de HIV. O fetiche consiste exatamente na possibilidade de contrair ou não o vírus. Só que, atualmente, há quem acredite que as festas bare são simplesmente um evento para o sexo sem camisinha com participantes negativos, o que é um grande equívoco.
Ribeiro analisa que os barebackers que não apresentam o raciocínio da conversão imaginam, de fato, que, uma vez soronegativos, se limitarem seus relacionamentos com pessoas igualmente soronegativas, estarão fora do risco. Definitivamente não estão.
Há o espaço de tempo de variável (conhecido como janela imunológica) em que um indivíduo já contaminado pelo HIV pode ter resultados de exames laboratoriais de soronegatividade, ou seja, resultados falso-negativos. Testes HIV não são tão matemáticos como se supõe.
No Brasil, o obscuro universo do barebacking é pouco discutido publicamente por especialistas em sexualidade humana. Ainda não há estudo com precisão estatística sobre o número de praticantes, independente de orientação sexual.
No entanto, os relatórios do Ministério da Saúde com dados de infectados pelo HIV, de 1980 a junho de 2008, dão a pista. Os casos acumulados de Aids no país nesse período foram 506.499. Desses, 333.485 (66%) são homens e 172.995 (34%), mulheres. Em 2007, registraram-
Homo, bi ou hetero, todos praticaram sexo sem camisinha. A irresponsabilidade tem preço. E alto. Dos cofres públicos do governo federal saem cerca de R$ 1 bilhão por ano para tratamento exclusivo de soropositivos. Um paciente consome de R$ 5.300 a R$ 26.700 por ano. Cerca de 20 mil pessoas infectadas iniciam tratamento com anti-retrovirais no país, anualmente.
– Sinceramente, não me preocupo com essa questão e nem me sinto culpado. Não estou nem aí em ser um ônus para o governo – enfatiza R.. H.
O Federal Health Research (centro de pesquisas de saúde), órgão governamental americano, divulgou recentemente a informação de que muitos homens com comportamento homossexual, bem como agentes de prevenção contra o HIV, confirmaram que a prática de sexo inseguro está se tornando cada vez mais comum.
Um estudo com 554 homens assumidamente homo ou bissexuais, residentes na Califórnia, apontou que 70% estavam familiarizados com o termo barebacking e que 14% já o haviam praticado, muitos em relacionamentos extraconjugais.
De acordo com a pesquisa, dos homens HIV positivos que participaram do estudo, 22% declararam ser barebackers e 10% dos negativos também tinham feito sexo inseguro nos últimos dois anos.
Não há informações sobre qual o número de pessoas em geral (homo, bi ou hetero) que pratica sexo inseguro nem sobre que motivos as levariam à auto-exposição.
Interesse dos jovens
Nas principais metrópoles, o fenômeno tem chamado a atenção de jovens. Comunidades sobre o tema se espalham por sites de relacionamento como o Orkut. No Rio e em São Paulo, a adesão ganha força.
Na indústria pornô, os filmes bare são os mais procurados. No YouTube, as postagens com cenas de sexo sem o uso de preservativos lideram o ranking das mais assistidas. Muitos dos que não praticam ou não têm coragem para fazê-lo buscam o prazer lançando mão de DVDs ou de vídeos na internet. O conceito de barebacking se dissemina.
– Colocar-se frente à possibilidade de contágio do HIV por meio do barebacking traz motivações psicológicas que podem ir do sadismo ao masoquismo. A possibilidade de uma relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo pode estar encobrindo uma caráter suicida – avalia Paulo Bonança, sexólogo e psicólogo, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana e da Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual.
Risco assumido
HIV positivo, o administrador T.W., 45 anos, ratifica a análise de Bonança. Para ele, os adeptos do movimento sabem os riscos da superexposição e, alguns, ressalta, desejam o contágio conscientemente:
– Quem pratica sexo sem preservativo não pode ser considerado ingênuo. Tenho um amigo casado com soropositivo. Ele pediu ao parceiro que o contaminasse. Disse que era por solidariedade, mas acho que é masoquismo.
As observações de Bonança e T.W. foram comprovadas pelo JB em outra festa com a mesma proposta. Dessa vez, na Zona Oeste, a mais de 60 km da reunião em Ipanema.
O encontro, realizado mensalmente em um sítio, é batizado de Vale Tudo e está em sua 17ª edição. De sunga, de cueca ou nus, exigência para entrar, os participantes se divertem ao som de funk. Dos inocentes à la Perlla aos proibidões, compostos pela "galera da comunidade". Agora não há TVs de plasma, luz ambiente, bebidas ou petiscos sofisticados. Computador?
Nem pensar. É uma zona praticamente rural. O bar improvisado oferece cerveja em latão, sopa de ervilha, salsichão na brasa, batata frita na hora e campari. O sexo, claro, também é praticado sem timidez.
Na varanda do casarão, na sala, nos quartos, na piscina, na grama. O produtor avisa, na entrada, que os preservativos estão disponíveis.
Percebe-se o zelo pela prevenção. A maioria, no entanto, dispensa, sobretudo em se tratando de sexo oral.
As situações são muito parecidas com as da festa na Zona Sul. Geralmente, dois dão o sinal verde e, em poucos instantes, como num formigueiro, três, quatro, cinco ou dez estão reunidos em busca do prazer.
Há um ano e meio, Igor (codinome de J.C., 42 anos, professor dos ensinos fundamental e médio) produz em sociedade com Renato (A.F, 40 anos, militar), a Vale Tudo.
Garante que o encontro não incentiva o bare, é freqüentado só por maiores e que o uso de drogas é proibido. Esses são dois de cerca de 20 itens de uma espécie de manual enviado por e-mail aos convidados.
Ainda está registrado na mensagem:
- Sexo liberal entre todos. A formação de casais ou grupinhos é censurada. Estamos numa orgia e não num consultório matrimonial.
– Menor, cocaína, ecstasy, crack, maconha ou qualquer outra droga são vetados. Mas sempre há os que usam discretamente. Como posso controlar o que os convidados fazem? Se eu vir, peço que se retirem. Mas não vou colocar seguranças. Isso desconfiguraria a proposta da festa. São adultos. Cada um é responsável por seus atos – frisa Igor.
Mesmo sem ser em orgia, quem não usa proteção é 'barebacker'
A prática do sexo sem o uso de preservativo continua a conquistar novos adeptos. As campanhas milionárias do Ministério da Saúde sobre o tema não têm sido lá tão eficazes como deveriam.
E apesar do conceito de barebacking estar associado a orgias freqüentadas por homens que praticam sexo com homens, qualquer pessoa, independentemente de orientação sexual, que busca o prazer sem lançar mão de camisinha é um barebacker.
Também corre o risco de ser infectado, ainda que não seja um participante assíduo das conversion parties, as polêmicas e inconseqüentes festas de roleta-russa, nas quais os convidados brincam com a possibilidade de contrair o vírus HIV.
- Como expliquei, a conceituação de barebacking se transformou ao longo dos anos – ressalta Jorge Eurico Ribeiro, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.
– Todos os que praticam sexo sem preservativo, seja homo, bissexual ou hetero, podem ser considerados, atualmente, um bare.
Risco permanente
Ribeiro destaca a necessidade de de todos os que se lançam ao sexo sem camisinhas refletir sobre o polêmico tema e as conseqüências da prática. Os familiarizados com o termo e o movimento partem para o simples "sou contra" ou "sou a favor", estabelecendo-
- É importante se informar, pensar e decidir o que se pretende com isso. Ter uma vida saudável passa longe do exercício do bare. A decisão, claro, é exclusivamente pessoal. Da mesma forma que escolheram a orientação sexual, podem assim decidir o que fazer com o próprio corpo - assinala
Números divulgados pelo Ministério da Saúde sedimentam a análise do pesquisador. Em 1996, no Brasil, o índice de heterossexuais com mais de 13 anos contaminados pelo HIV era da ordem de 22,4% do total de 16.938 infectados.
Até junho deste ano, esse percentual saltou para 45,7%. Entre os homo/bissexuais houve uma redução de 32,5% (em 1996) para 27,4% (junho de 2008).
Preço mais alto
Garoto de programa desde 2005, Gabriel Chaves, 22 anos, afirma ser heterossexual e ter namorada. Mas assume que, quando um cliente oferece um valor maior do que o cachê estabelecido para praticar sexo sem preservativo, não pensa duas vezes:
– Tem uns que dobram ou triplicam o valor. Eu não tenho como recusar. Com mulher também é assim. Há homens que pagam mais para transar com elas no pêlo. É um risco, mas eu, por exemplo, procuro conversar antes e, aos poucos, perceber a qualidade do cliente – conta.
Gabriel não foge à regra dos barebackers e poderá fazer parte da estatística no futuro. Embora se autodenomine heterossexual, integra o grupo HSH (Homens que praticam sexo com Homens).
Há 12 anos, o percentual de HSHs infectados era de 24%. Uma década depois, em 2006, eles já somavam 41% do total de soropositivos naquele ano.
Aumento dos índices
Em 2004, a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Sexuais do Ministério da Saúde apontou que o índice estimado de HSHs no Brasil, entre 15 a 49 anos, era da ordem de 3,2 % da população, ou cerca de 1,5 milhão de pessoas.
A partir dessa base populacional, a pesquisa calculou a taxa de incidência da Aids nesse grupo. Foram constatados 226,5 casos para cada 100 mil pessoas. Esse índice é 11 vezes maior do que o da taxa da população geral (de heteros), que é de 19,5 casos por grupo de 100 mil.
O crescimento no número de casos, sobretudo entre os homens, está relacionado ao fato de que toda uma geração, que jamais havia tido contato direto com a Aids, atingiu uma faixa etária sexualmente ativa. Bombardeados por campanhas em favor do uso do preservativo, acabaram desenvolvendo uma certa "imunidade" a elas, crendo que a doença não é um "bicho tão feito quanto pintam".
Quando remédio é desculpa para ficar doente
Difundida principalmente nos Estados Unidos (Califórnia, em primeiro lugar) e na Europa, a prática do barebacking é polêmica.
Os adeptos do bare alegam que, em função dos avanços atuais relacionados ao tratamento anti-HIV e à facilidade de acesso a ele, caso sejam contaminados não perderão em qualidade de vida.
- Temos os anti-retrovirais, medicamentos que inibem a reprodução do vírus e potencializam o sistema imunológico. Isso impede o surgimento de enfermidades oportunistas (Aids) - ressaltam.
Eles ainda defendem como ponto positivo para não abrir mão da prática o fato de a ansiedade e a angústia frente ao possível contágio pelo HIV desaparecerem, assim que se descobrem soropositivos. Isso é sinônimo de libertação, pois que o uso do preservativo passa a ser descartado.
O barebacker está à procura da relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo. As conseqüências, no entanto, relacionadas à prática nem sempre se traduzem de forma positiva, como supõem seus praticantes. Anti-retrovirais não são os únicos responsáveis pela qualidade de vida de um HIV.
Quando expostos, de forma freqüente, a relações de alto risco, os soropositivos podem sofrer o que se chama de "recontágio", uma nova contaminação, acarretando aumento da carga viral e desencadeamento de queda de imunidade e sintomas.
Além disso, têm grande chance de contrair outras DSTs, tais com sífilis. Isso, certamente, dificultará o tratamento.
"Montar a pêlo", a tradução literal para barebacking, seria uma lenda urbana se não houvesse comprovação real da prática.
A terrível tendência de comportamento existe. Há, de fato, homens, na maioria homossexuais, que querem ser infectados pelo HIV e outros que têm o prazer de ajudá-los a tornar esse desejo realidade.
Psicólogos, antropólogos e sociólogos teorizam sobre distúrbios de comportamento ou disfunção social. Para o resto do mundo, não passam de estúpidos ou patéticos.
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