domingo, 12 de agosto de 2012

Responsabilidade de cada um

Bom dia! Boa tarde! Bom domingo!

Sexta-feira fui ao médico com a minha mãe, no retorno. Ela retirou o dreno, mas os pontos ainda não, está com umas peles meio necrosadas e é preciso esperar regenerar.
Na próxima sexta voltamos para o acompanhamento. Ela está se recuperando bem, devagar, mas bem. Tem muitas escaras ainda, no qual eu faço curativos duas vezes ao dia, os pontos também estão meio que abrindo e saindo o líquido que estava saindo pelo dreno, mas tudo sob controle (espero que continue assim). Só o que me preocupa é o estado emocional dela, porque além de tudo as pessoas não estão ajudando, em nada!!!
Agora estamos aqui sozinhas e pra variar ninguém quer saber se precisamos de ajuda, se preciso trabalhar, se preciso ir pra casa fazer alguma coisa, se preciso de ajuda com ela, se ela está bem, se dá tempo de limpar a casa, fazer comida, fazer todos os curativos... estou super atrasada com um monte de coisas e ela tadinha, precisa de mais motivação que eu tento dar na medida do possível o dia todo! Mas confesso que estou me esgotando um pouco... se não fosse pela Taty e pelo Marcos, pela mãe do Marcos que chamou a gente pra almoçar lá hoje!
Ontem tive de ir pra emergência, passei muito mal nos últimos dias, estava enrolando e acabei indo porque não aguentei, a Taty me levou... que bom que sei com quem posso contar. Dois, além da minha mãe que sempre esteve ao meu lado, eu tenho certeza que posso, e eles sabem que podem contar comigo também!
Por que as relações humanas são tão complicadas? Aliás, as pessoas né? É muito fácil ser hipócrita, ficar escrevendo mensagenzinha no facebook pra se aparecer pros outros, mas pessoalmente não fazer o mínimo, virar as costas quando surge um assunto, mas na internet falar sobre ele, não desejar boa sorte e perto dos outros o fazer, não dar um telefonema, não perguntar se está tudo bem, mesmo sabendo pelos outros que não está! Tem gente que nem se limita a escrever no face né?
Cansa às vezes se dedicar e ouvir merda. Eu não faço as coisas por reconhecimento de alguém, mas só não quero que não me olhem na cara e venham conversar comigo só porque interessa, só porque precisam de suas próprias coisas e eu cansada, sem dormir, estressada, não responder muito bem e ainda ouvir que vão apelar comigo; gente que não tem o mínimo de direito de apelar, pois não tem nenhum crédito bom, nunca fez por merecer gratidão.
É o grau de humanidade de cada um. É o fardo de responsabilidade que cada um carrega ou que se compromete em carregar, segundo o que fez, não fez ou não está fazendo.
Cada um de nós.

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